\putz, abriria a porta de
casa, atravessaria a
camada de libido
oculta entre a
porta e o in-
terior da
casa,
a-
cende-
ria a luz, con-
formando-se com os soluços
mórbidos das paredes inalcançáveis,
faria graça, que merda essa merda porra, depois
trancaria a porta, sentaria na beira da cama,
tiraria o tênis, essas meias tão é sujas pra
caralho, e toda a roupa do corpo, rela-
xaria ao deitar na cama nu, semi-
coberto por um lençol fedo-
rento, sua bunda peluda
initerrupta dirigindo-se ao
teto initerrupto, sacou, teria
um hálito tão complexo que seria
capaz de surtar uma máquina, cara, e só
então dormiria, sonharia com algo que
podería-mos intitular como a-readap-
tação-da-urgência, ou joão-o-cito-
plasma-bobão, ou a-hilária-histó-
ria-do-rei-que-enlouqueceu-após-
injetar-no-umbigo-2ml-da-baba-de-
deus, ou algo assim, cara, mas,
putz, seria, certamente,
insuficiente/
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